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Rodrigo Constantino

“Se pudermos impedir o governo de desperdiçar o trabalho do povo, sob o pretexto de cuidar dele, este será feliz.” (Thomas Jefferson)

O presidente Lula chamou de “imbecis” e “ignorantes” todos aqueles que criticam o programa Bolsa Família por acharem que ele pode incentivar a preguiça. Tendo eu me manifestado como sendo um desses “imbecis”, recebi prontamente aplausos de esquerdistas, que finalmente puderam concordar com algo que eu tenha escrito – ainda que apenas o título do artigo. Muitos consideram a esmola estatal uma questão de “direito” ou de “justiça”, e chegam a monopolizar os fins nobres, i.e., somente quem defende o meio estatal para combater a miséria, condena a miséria em si.

Nada mais falso, naturalmente. Mas como combater um programa tão popular – ou seria populista? – é uma tarefa politicamente incorreta, poucos parecem dispostos a fazê-lo, especialmente políticos da oposição e articulistas com receio da “opinião pública”. Não sendo eu nem um nem outro, pretendo apresentar a seguir mais argumentos criticando o programa, que deveria simplesmente ser abolido em prol, paradoxalmente, dos mais pobres.

Recapitulando o que já foi dito, a esmola estatal cria dependência, pois o cão não morde a mão que o alimenta. Além desse fator eleitoreiro, há o incentivo à informalidade ou mesmo ociosidade, já que o governo sustenta a pessoa por prazo indeterminado. Mais: os riscos de corrupção e desvios de verbas são enormes, sem falar do próprio custo do aparato burocrático. De cada real retirado dos pagadores de impostos, uma boa parte fica no caminho, para bancar os burocratas “altruístas”. Por fim, se o governo realmente quisesse ajudar os mais pobres, ele retiraria tantos obstáculos criados por ele mesmo para a criação de riqueza pela iniciativa privada, algo que não interessa aos parasitas no poder.

Nesse artigo, meu objetivo será acrescentar argumentos sobre a viabilidade da ajuda voluntária aos mais carentes, tornando o programa estatal desnecessário, quando não prejudicial. Antes, porém, faz-se necessário recordar que nem sequer faz sentido falar em solidariedade compulsória, aquilo que o programa de esmolas estatais de fato representa. Somente quando há um ato voluntário de caridade podemos falar em moralidade, pois não há nada muito nobre em ajudar um pobre sob a mira de uma arma, que é exatamente aquilo que o imposto do governo faz. Mas parece – e estou especulando aqui – que os esquerdistas não confiam na caridade espontânea dos indivíduos, talvez por projetarem o que são nos demais. Ocorre que no passado, antes do crescimento assustador do welfare state no mundo, isso era exatamente o que acontecia: a iniciativa privada, através das igrejas, de associações e de empresários filantrópicos, fornecia ajuda aos mais necessitados.

No entanto, havia o estigma de ser um “parasita” e viver da produção alheia, aos adeptos dos programas voluntários de ajuda. As pessoas sentiam vergonha pela sua situação de dependência, e por isso mesmo desejavam sair dela o quanto antes. A visão predominante era de que a ajuda deveria contribuir para que a pessoa rapidamente pudesse atingir sua independência novamente, se sustentando por conta própria. O objetivo sempre foi ajudar essas pessoas a sair do programa de ajuda, ao contrário da esmola estatal, que cria uma dependência permanente. Mesmo nos Estados Unidos a quantidade de beneficiados pelos programas estatais de auxílio cresceu de forma explosiva, ainda que a economia estivesse crescendo. Dois dos presidentes que mais expandiram tais programas, Roosevelt e Nixon, foram também os presidentes que mais avançaram sobre as liberdades individuais, o último inclusive chegando a renunciar por causa disso. Durante o período de 1952 e 1970, por exemplo, os beneficiados saltaram de 2 para 10 milhões, e a quantia média recebida mais que dobrou. Nada é tão permanente quanto um programa temporário de governo.

No século XIX, a agência privada Charity Organisation Society oferecia de forma voluntária ajuda aos mais necessitados. Entretanto, havia uma grande preocupação em manter uma ajuda realmente temporária, pois poucos podem contar com fundos “infinitos” como o governo, que tem o monopólio da força para arrecadar impostos. Portanto, a agência tinha que ser eficiente na ajuda, e também evitava aqueles pobres que não mereciam ajuda, pois não apresentavam nenhuma vontade de realmente sair daquela situação. A sociedade acreditava que dar ajuda sem investigar os problemas por trás da pobreza criava uma classe de cidadãos que sempre seriam dependentes dos outros. Ela seria formada, pelos padrões do presidente Lula, por “imbecis” e “ignorantes”.

A Igreja Mórmon é outro exemplo de solidariedade voluntária, pois opera um plano privado de ajuda a seus membros, sendo que o princípio de ajudar cada um a atingir a independência rapidamente também está presente. O trabalho produtivo é uma meta constante, mesmo que seja para fazer algum serviço na própria igreja até encontrar algo melhor. Seria impensável imaginar essas agências privadas comemorando o aumento de necessitados na lista de ajuda, como ocorre quando se trata do governo. Afinal, o governante, que usa o suor alheio, pode sempre posar de caridoso e alardear quanta gente pobre seu governo está ajudando, sem falar que cada um desses representa um eleitor a mais, no mínimo. Como fica claro, os incentivos são bem diferentes entre governo e iniciativa privada.

O conceito de que o trabalho produtivo garante a dignidade do ser humano está ficando ultrapassado após a revolução cultural disseminada pela esquerda. Em vez de enxergar a caridade como aquilo que ela é – uma ajuda, as pessoas têm visto tais esmolas como um “direito”, ignorando que tal “direito” exige como contrapartida, o dever de outro trabalhar para pagar a conta. O governo virou aquilo que Bastiat afirmava: a grande ficção através da qual todo mundo se esforça para viver à custa de todo mundo. Uma “vida digna” para todos, garantida pelo governo, eis o sonho atual. O governo promete aos pobres tirar dos “ricos” para distribuir em nome da “justiça social”, e promete aos “ricos” protegê-los dos pobres, que sem ajuda estatal seriam um bando de criminosos revoltados. Com esse discurso falacioso, o governo engana todo mundo, e concentra poder e recursos. Como no império romano, os governos atuais ainda dão pão e circo para as massas, sob o pretexto de ajudar os pobres. Triste é tanta gente ainda cair nesse velho conto do vigário – ou melhor, do político.

Mas de repente o imbecil sou mesmo eu, que insisto em apresentar argumentos racionais para reflexão, enquanto as massas de fato celebram o seu panis et circense, achando que o presidente Lula é o messias que veio para lhes salvar.

LEU LEUTRAIX
16 Glen St.
Cliffiside Park
NJ – 07010
U.S.A.seal[1]

O ÓDIO ISRAEL

Rodrigo Constantino

“Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos.” (Karl Popper)

O anti-semitismo é praticamente tão antigo quanto o próprio judaísmo. Os motivos variaram com o tempo, mas oscilando, quase sempre, em torno da inveja. A prática da usura era condenada enquanto os judeus desfrutavam de sua evidente lógica. Shakespeare retratou de forma intensa o anti-semitismo de seu tempo, na sua clássica obra O Mercador de Veneza. Marx, constantemente tendo que buscar refúgio com agiotas por causa de sua irresponsabilidade financeira, demonstrou forte anti-semitismo, usando os judeus como bode expiatório. O Holocausto nazista, com amplo apoio dos principais líderes muçulmanos, foi o ponto alto do preconceito contra judeus. Atualmente, o ódio irracional ao povo judeu está novamente em alta, concentrado especialmente no próprio direito de existência de Israel.

Vários países existem por causa de decisões arbitrárias de governos, principalmente após guerras. São inúmeros exemplos, e Israel é apenas mais um. Só que, curiosamente, somente Israel não tem o direito de existir, segundo os muçulmanos, com o consentimento de muitos ocidentais – quase todos de esquerda. O que Israel faz de tão terrível para que mereça ser “varrido do mapa”, como fanáticos islâmicos defendem? Vou arriscar uma possível resposta nesse artigo.

Israel é um país pequeno, criado apenas em 1948, contando com pouco mais de 6 milhões de habitantes. Entretanto, o telefone celular foi desenvolvido lá, pela filial da Motorola, que possui seu maior centro de desenvolvimento em Israel. A maior parte do sistema operacional do Windows NT e XP foi desenvolvida pela Microsoft-Israel. A tecnologia do chip do Pentium MMX foi projetada na Intel em Israel. O microprocessador Pentium 4 e o processador Centrino foram totalmente projetados, desenvolvidos e produzidos em Israel. A tecnologia da “caixa postal” foi desenvolvida em Israel. A Microsoft e a Cisco construíram suas únicas unidades de pesquisa e desenvolvimento fora dos EUA em Israel. Em resumo, Israel possui uma das indústrias de tecnologia mais avançadas do mundo.

A economia de Israel, acima de US$ 150 bilhões por ano, é superior a soma de todos os seus vizinhos. A penetração de computador é uma das maiores do mundo. Mais da metade dos habitantes tem acesso a Internet. Israel possui ainda a maior proporção do mundo de títulos universitários em relação a população. Lá são produzidos mais artigos científicos per capita que qualquer outro país do mundo. Israel possui o maior Índice de Desenvolvimento Humano do Oriente. A renda per capita está chegando a US$ 25 mil. Cientistas israelenses desenvolveram o primeiro aparelho para diagnóstico de câncer de mama totalmente computadorizado e não radioativo. E por aí vai.

Não custa lembrar que tudo isso foi conseguido sob constante ameaça terrorista por parte dos vizinhos muçulmanos, forçando um pesado gasto militar por parte do governo israelense. Em relação ao PIB, Israel possui um dos mais elevados gastos militares do mundo. Ainda assim, o país despontou no campo científico e tecnológico, oferecendo enormes avanços para a humanidade.

Quando comparamos esta realidade com a situação caótica da maioria dos países com predominância islâmica, fica mais fácil entender uma parte do ódio patológico que é alimentado contra os judeus. Claro que fatores religiosos pesam. Mas as gritantes diferenças econômicas e sociais adicionam muita lenha na fogueira. Fora isso, os israelenses podem escolher seus governantes democraticamente, enquanto os muçulmanos vivem sob ditaduras. Isso para não falar das diferenças quanto a liberdade feminina. Com tanta miséria, falta completa de liberdade, mulheres submissas e com o corpo todo coberto, a tentação de morrer como mártir e ser recebido por dezenas de virgens no paraíso parece irresistível. Mas o ideal seria mostrarmos para os muçulmanos que isso não é necessário. Israel não é um paraíso – longe disso. Mas perto da realidade dos vizinhos islâmicos, está quase lá. Ao invés de cometer suicídio num ataque terrorista na tentativa de destruir Israel, os muçulmanos fariam melhor se pressionassem seus líderes para que Israel fosse copiado, não “varrido do mapa”. Todos, com a exceção dos seguidores do profeta que usam a existência de Israel como desculpa para todo tipo de atrocidade doméstica, sairiam ganhando.

texto:rodrigo constantinoleuleutraix_top

seal[1]leu leutraix alerta este é um blog da extrema direita
Parecia um clipe da propaganda do presidente Lula no horário eleitoral de 2006 – e será uma cena recorrente da propaganda da sua provável candidata Dilma Rousseff na sucessão de 2010. Para isso, exclusivamente para isso, é que foram concebidos os rombudos ataques do presidente às inovações adotadas por seu antecessor na política do petróleo, com que ele degradou o comício de apresentação dos projetos que compõem o marco regulatório para a exploração do pré-sal. Não seria de esperar, evidentemente, que Lula reconhecesse os avanços para a economia nacional proporcionados pelas mudanças na Lei do Petróleo, de 1997, que flexibilizou o monopólio exercido pela Petrobrás e instituiu no setor o sistema de concessão – a começar do salto de qualidade no desempenho da empresa, o que, em última análise, tornou possíveis as descobertas das jazidas em águas ultraprofundas do litoral brasileiro.

Um outro presidente poderia até defender a guinada nas regras para o pré-sal, sem, no entanto, ofender a verdade dos fatos acumulados ao longo desse último decênio. Os argumentos para justificar o novo modelo não se sustentariam do mesmo modo – o restabelecimento do monopólio estatal é um retrocesso por onde quer que se o encare -, porém o orador teria se poupado de assacar uma ignomínia. Mas, para Lula, no palanque vale tudo – e tudo para ele é palanque. Daí o golpe baixo retórico de acusar o governo Fernando Henrique de tratar a Petrobrás como “uma herança maldita do período jurássico” ou como “o último dinossauro a ser desmantelado no País”. Na disputa do segundo turno de 2006, o lulismo fabricou a enormidade de que o candidato tucano Geraldo Alckmin pretendia privatizar a Petrobrás. Em 2010, o mote será o advento da Idade de Ouro do Brasil, graças ao pré-sal da Petrobrás salva da extinção.

A fala de Lula, quanto não mais não fosse, deixou claro que o jogo pesado eleitoral e a exumação da ideologia estatista são faces da mesma moeda. A ansiedade com que o governo quer ver aprovadas as normas para a exploração das megarreservas – cujos frutos não serão colhidos antes do final da próxima década – tem duas origens que se encaixam e explicam a imposição da chamada “urgência constitucional” para a tramitação da matéria no prazo de 90 dias. De um lado, o intento de propagar, já no início oficial da campanha do próximo ano, que Lula e Dilma deixaram tudo pronto para o País receber “o bilhete premiado” do pré-sal, numa exploração deslavada do sentimento de brasilidade da população, equiparando desonestamente patriotismo e nacionalismo. De outro lado, a pressa se explica pela aversão ao risco político: quanto menos tempo tiver o Congresso para aprovar o pacote petrolífero, maior a possibilidade de passar incólume o que as propostas têm de essencial e mais nefasto: o restabelecimento do monopólio estatal na exploração do recurso.

A Petrobrás será a única operadora do pré-sal. Terá no mínimo 30% de participação nos consórcios com outras empresas. Poderá ser escolhida sem licitação para explorar com exclusividade os blocos mais fecundos – o “filé do pré-sal”. E receberá da União um aporte de R$ 100 bilhões para o governo ampliar o controle acionário que nela já detém. O plano de reestatização do setor é o que dá sentido à preferência pelo sistema de partilha de produção, em que o governo fica com a parte do leão do produto extraído. (No sistema de concessão em vigor, a concessionária escolhida em leilão fica com o óleo e paga royalties ao governo.) O modelo da partilha é uma criatura da ministra Rousseff – e, ao contrário do que ela quer fazer crer, não é o que a Noruega adota. Por sinal, um levantamento citado pelo colunista Jorge Vidor, do Globo, evidencia uma correlação alarmante: a partilha é típica dos países corruptos. Quanto menor o grau de percepção da corrupção em um país, maior a probabilidade de que, tendo petróleo, a sua exploração se dará por meio de contratos de concessão.

No seu discurso, Lula falou que a “dádiva de Deus” do pré-sal pode virar uma “maldição”, se não se souber administrar os seus proventos.

Estatizar a economia num país em que a privatização do Estado avança a galope – basta ser namorado da neta do presidente do Senado para obter um emprego público – é tornar o risco da “dádiva de Deus” virar maldição uma alta probabilidade.
leu leutraix

seal[1]“formação de partor r$ 50,00 mestre de bíblia r$100,00 e doutor em divindade por R$ 150,00
faça o seu curso por correspondência e tenha a sua própia igreja,em 90 dias receba o diploma
e a carterinha em sua casa”o curso relãmpago é oferecido por leu leutraix um dos maiores

professores do mundo,que revela a intensidade do crescimento do setor que movimenta rs$3

bilhões de reais por ano,e geram 2 milhoes de empregos sem vínculos trabalhistas.hoje são

mais de 30 milhões de fiéis e as estimativas que nos próximos 40 anos metade da população

brasileira estará convertidas.a bancada evangélina ca câmara federal tem 62 membros e poderá

ultrapassar os 80 deputados federais além dos deputados estaduais,só em são paulo redes

abertas e U.H.F. e canais fechados são mais de 2.000 horas de pregação.

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seal[1]MAU CHEIRO NA IGREJA
TIRA O BODE!

Parece piada, mas não é! A turma da “PROSPERIDADE” está distribuindo o sabonete “CHEIRO DE OVELHA” para os seus fiéis, indicado para combater o mau cheiro exalado pelos bodes nos “apriscos” clandestinos da religião. Se você estiver com problemas de odor desagradável na sua igreja, não se preocupe as empresas “VALDEMIRESNSE”, “R.R.SOARESNSE” e “UNIVERSAL PRODUTOS IMPORTADOS” – do inferno – têm a solução! Sabonetes “Cheiro de Ovelha”, uma benção! A fragrância que faltava no mercado da fé! Mas muita atenção! Não é indicado para quem tem hipersensibilidade a ética, a verdade e aos princípios cristãos de conduta, pois pode causar sérios danos a saúde espiritual.

As firmas citadas são empresas untadas com “Geizuz”, o puro óleo, no fogo puro do Rê-Tê-Tê e recheada das promessas vazias de homens cheios de vaidade e ganância. Seus gerentes são “pseudo-evangélicos” transvestidos de “ovelhas”, debochados, que usam a Bíblia para pregá-la com cruéis cravos na testa de desesperados e ai de quem se opor a eles! Serão castigados… Praticam o ato de obter vantagem patrimonial ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo em erro alguém através do meio fraudulento de venderem prosperidade, curas e milagres, pregando para o povo um cristianismo banalizado corrompido pelas artimanhas do inimigo. Os boletos bancários de depósito comprovam o que digo. O interessante é que o “cheiro de bode” ofusca o “cheiro da ovelha” dando a impressão de que todos são caprinos no mesmo ambiente. Em muitas igrejas os odores estranhos se tornaram normais e já não causam mais nenhum incômodo.

Você é cheiroso? O Não precisa responder! O poder da mídia no mundo hodierno tem levado muitas pessoas a banalizarem o certo; invertem os valores antes consagrados como certos e isto tem levado muitas a exalarem o fedor do pecado e a oferecerem carniças a Deus em vez de cordeiro sem defeito. E como tem carniça por ai sendo oferecida no altar como se fosse carne de ovelha! Tem muita igreja que não são anjos, mas urubus que sobrevoam na busca de uma chance para resgatarem a parte deles.

Quando vamos comer algo, olhamos a comida e sentimos o cheiro gostoso, logo vem a vontade de degustar aquele alimento. Quem não gosta de um bom prato? Por outro lado, você já ficou ao lado de uma pessoa fedida? Roupas, cabelos, axilas, pés, boca, tudo atraindo moscas, não tem algo tão ruim, repugnante. Mas, responda rapidamente, qual perfume é o seu? Qual o perfume de sua igreja? E o de seu Pastor?

Ah! Mas, para combater o odor desagradável foram criados uma gama enorme de perfumes; tem produto para todos os gostos. O segredo de um perfume está na substância aromática ou na essência, que o compõe. O cheiro agradável e penetrante é exalado por uma substância extraída por técnicas que são guardadas em segredo pelos fabricantes. Só lembrando, tem muita coisa falsificada no mercado!

Quero apenas lembrar que lugar onde o “Pastor” trata suas ovelhas não deveria ser um “gabinete” com escrivaninha, computador e cadeira de executivo. O lugar de um Pastor tratar as suas ovelhas é o “aprisco” aconchegante, protegido e seguro, onde o próprio Pastor dorme à porta para defender seu rebanho dos lobos que rondam buscando uma oportunidade para atacarem. O que? É assim mesmo? Isto é exagero! Pois, sugiro então que você conheça a rotina de um Pastor de ovelhas lá do Oriente Médio. Mas é verdade, Pastor dorme com o rebanho, ao relento; o Pastor come com o rebanho, anda com o rebanho; o Pastor está sempre com o rebanho onde quer que ele vá. Ele tem o cheiro das ovelhas impregnado nas suas vestes e nas suas narinas, ele as conhece pelo cheiro que exalam.

Penso que “Pastor” não combina com mesa, terno, gravata, gabinete, shows, extravagâncias, espetáculos ou coisas semelhantes. Para mim está muito claro, e segundo a Bíblia, a palavra “Pastor” combina com campo, pasto, curral, ovelha, noites mal dormidas, roupa surrada de trabalho campestre, etc. Pastor combina com cajado, com sol, com lugares abertos, com calças dobradas para cruzar os riachos, com ovelha nos braços; O cheiro do “Pastor” deve ser o “cheiro de ovelha”, cheiro do pó levantado pela caminhada do rebanho. O “Pastor” deve viver em função do rebanho e não o rebanho em função dele. Pelo seu cheiro ele deve ser identificado pela sociedade, não como um “bode catinguento” que espanta todo mundo e contamina o ambiente, mas com um odor agradável de ovelha com as quais ele lida no seu exercício ministerial.

Jesus, o “Supremo Pastor” nunca estava em uma sala fechada esperando as pessoas virem a ele. Não, Jesus não era assim, Ele estava onde as pessoas estavam, nas festas de casamento, nas mesas de banquetes, nas casas das pessoas, nas praças e nos lugares públicos como as sinagogas. Sim, é verdade, Jesus às vezes se retirava para descansar, orar, refletir e ficar sozinho, mas era por pouco tempo e já estava ele lá de novo, no meio do povo.

Voltando ao tema, cuidado com a insensibilidade do olfato, você pode ser traído! Tanto o “cheiro” como o “fedor” ao ser exalado por muito tempo torna-se comum, os nossos sensores são condicionados. Isto vale para a vida espiritual também. É importante ressaltar que o confronto entre uma pessoa “cheirosa” com uma “mal cheirosa” causa mal estar e um incomodo que é natural. Assim é o crente com o não crente; o justo com o injusto. O pecado pode tornar uma pessoa cheirosa em uma pessoa mal cheirosa, mas também é o único capaz de transformar “ovelha” em “bode”! O duro é que tem muita gente trocando de lado, se acomodando com o cheirume do chifrudo, e o que é pior, debaixo de pele de ovelha. Um cristão autêntico não é detectado por suas posses e sim pelo seu caráter, se exala o cheiro de Cristo, com certeza, irá atrair outros a ele. Vale ressaltar que Jesus é que nos transforma em cheiro agradável, pois não há essência cheirosa em nós e, por isso, exclusivamente por isto, não exalamos um bom perfume. Mas com Cristo, o fedor do pecado é arrancado pela regeneração, e neste caso, é o “bode” que é transformado em “ovelha”.

Certa vez me perguntaram sobre o que seria a igreja ideal na terra? De onde partiu, era no mínimo maliciosa pela conduta nada transparente de quem a fez. Refletindo rapidamente sobre isso e sem dar chance para comentários distorcidos, respondi que a igreja ideal é aquela que é simplesmente igreja. É aquela onde ovelha tem “cheiro de ovelha” e não de “bode”. Um local onde cada membro do “Corpo de Cristo”, sem exceção, exerce e aprimora os seus dons; Onde a liberdade da glória de Deus, a comunhão com os irmãos e a admoestação mútua acontece como algo natural. Onde há louvor e não barulho; Onde Deus é exaltado e não pessoas. Para ser claro, que ela seja simplesmente, “igreja”. Nada mais. Mas, para a minha tristeza, tem muita coisa sendo chamada de “igreja” com muita gente sendo literalmente enganada por seus “donos”.

Portanto, se você é um crente, você deve exalar o “bom perfume de Cristo”, tanto na igreja como lá fora, diz Paulo. Que o seu perfume possa contagiar e atrair a todos que estiverem ao seu lado. Mas lembre-se, em hipótese alguma aceite, mesmo se for de graça, os sabonetes da marca “cheiro de ovelha” que andam oferecendo nos mercados evangélicos das esquinas da religião. Eles são falsificados e podem causar danos à sua fé e à sua relação com Deus.

Carlos Roberto Martins de Souza

A12 São Paulo, maior navio de guerra do Hemisfério Sul, retoma este mês suas operações navais

Rio – Um gigante de ferro em contagem regressiva para retornar ao mar. Quatro anos após o acidente que matou três militares e deixou sete feridos, o porta-aviões São Paulo, maior embarcação da esquadra brasileira, vai voltar a navegar em operações de inspeção e adestramento pelo litoral de Santos e Vitória. A previsão é que, até o fim do mês, o navio saia do Arsenal da Marinha, no Centro do Rio, para testar todos os sistemas e equipamentos e treinar os pilotos dos esquadrões de helicópteros e de caça Skyhawk. Militares a bordo do porta-aviões ainda não sabem qual será a primeira missão oficial. Mas, se passar no teste naval, o São Paulo estará pronto em 2010 para proteger recursos ainda não explorados da Amazônia Azul, a fronteira brasileira no mar, e resguardar as reservas de petróleo, principalmente as do pré-sal.

Desde 2005, o São Paulo está parado para a sua primeira grande reforma às vésperas dos seus 50 anos. Neste período, foram gastos R$ 80 milhões para manter e modernizar máquinas e equipamentos. Ganhou novos sistemas de radares capazes de detectar o inimigo a 380 km de distância e três lançadores de mísseis. A catapulta, que impulsiona as aeronaves, foi revisada. Tubulações de combustível, água e até a de vapor na padaria, onde houve o vazamento de gases superaquecidos, foram substituídas. A embarcação também recebeu novos equipamentos de segurança para o CAV, grupamento de resgate e combate a incêndios e alagamentos — os bombeiros do navio. “É item prioritário para garantir a sobrevivência de todos nós”, diz o comandante do São Paulo, o Capitão de Mar e Guerra, Rodolfo Frederico Dibo. Para ele, o navio aeródromo assegura a defesa nacional. “O mundo inteiro vê que o Brasil opera um porta-aviões. Ele impõe respeito aos países vizinhos.”

Apenas nove países possuem porta-aviões, quase uma cidade com autonomia para permanecer até 30 dias em alto mar. Corredores que parecem não ter fim levam a 1.850 cômodos. Os 1.400 militares a bordo contam com UTI, salas de cirurgias e enfermaria com 21 leitos, consultório odontológico, capela, academia de ginástica, sala de jogos, quatro cozinhas, padaria, açougue e refeitórios onde são servidas diariamente 6 mil refeições, com café, almoço, jantar, além do rancho noturno.

Quinta-feira, o almoço foi feijão, risoto de frango, salada e doce de abóbora com coco. Responsável pelo cardápio, o imediato e capitão de fragata Sérgio Chaves Júnior tem que fazer milagres para garantir cinco refeições/dia ao custo total de R$ 3,50 para cada um dos 1.400 tripulantes. Número que sobe para 2 mil pessoas quando vai ao mar, com o reforço de pilotos e mecânicos de aeronave. O maior navio de guerra abaixo da linha do Equador espera continuar em tempos de paz.
Piloto nem usa toda a pista de 160 metros

A façanha é digna dos grandes ases: pousar um caça Skyhawk em pista de apenas 160 metros, 10 vezes menor do que a de um aeroporto. Mesmo assim, só se usam 100 metros. “Quando olho de cima, só vejo água. Não há uma referência e tenho de checar os instrumentos”, diz um dos nossos Top Guns, o Capitão de Fragata José Vicente de Alvarenga Filho, 40 anos, chefe do Departamento de Aviação do São Paulo.

É nesse trecho mínimo que o piloto mostra perícia e arrojo. O jato tem de tocar o chão na medida exata para que o gancho em sua cauda engate no cabo de aço que cruza a pista. A velocidade cai de 220 km/h a zero quase instantaneamente. Se não houver o engate, o piloto ainda pode usar os 60 metros restantes de pista para arremeter.

Em 25 anos de Marinha, Alvarenga ostenta 80 pousos no porta-aviões e 1.500 horas de voo. “Não posso entrar muito veloz na pista porque o avião pode cortar o cabo de aço como uma faca corta um barbante. Se for muito lento, posso pegar o cabo com as rodas no ar e jogar a aeronave contra o navio”, observa.

Para quem fica no convoo — a área de pouso e decolagem —, os riscos são de assustar. Ele é considerado o lugar mais perigoso para se trabalhar no mundo. O treinamento é rigoroso e as normas de segurança, seguidas à risca. “Não é difícil. É perigoso. Temos que treinar muito. Mas depois entra no sangue”, brinca o piloto.

Detalhes do São Paulo:

PODER DE FOGO
Capaz de transportar de uma só vez 39 aeronaves: 17 helicópteros e 22 caças.

DESLOCAMENTO
É o peso da embarcação: 34 mil toneladas (a plena carga).

VELOCIDADE
Máxima de 30 nós (54 km/h), alta para navios de seu porte. Tem autonomia para navegar sem reabastecer por um mês.

CONDOMÍNIO
Se fosse um condomínio, teria 20 blocos de 15 andares e 1.850 cômodos. Para inspecionar todos os compartimentos do navio são necessários 10 dias.

PASSADO
Comprado da França por US$ 12 milhões (R$ 24 milhões), em 2000, para substituir o Minas Gerais. Construído entre 1957 e 1960, combateu na Guerra do Golfo.a12_1_2

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Estimado amigo
Como você bem sabe, diferente dos ativistas gays que recebem MUITO dinheiro do governo para suas muitas atividades, eu não recebo recurso algum do governo, nem de outras entidades. É claro que no caso dos ativistas homossexuais, o dinheiro que recebem na verdade não vem do governo, pois o governo nenhum dinheiro tem. O dinheiro vem de você. Vem do seu bolso. O governo toma (rouba, assalta, mediante impostos iníquos) o seu dinheiro para entregar aos ativistas. Assim, quer queiramos ou não, somos forçados a contribuir para o movimento homossexual. O governo força o povo brasileiro a sustentar paradas gays e a doutrinação homossexual das crianças nas escolas.
Entretanto. graças a Deus meu blog não faz parte da rede de exploradores que vive à custa da pilhagem do povo mediante impostos.
Gasto muito tempo preparando e escrevendo artigos ou traduzindo textos do exterior para postar neste blog. Meu blog e todas as suas mensagens são minha contribuição voluntária e meu sacrifício pessoal para ajudar a informar você.
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seal[1]A PICARETAGEM RELIGIOSA

Que a televisão brasileira tem poucas coisas boas hoje isto é inegável, mas em matéria de porcaria os programas “rotulados de evangélicos” dão um banho em qualquer outra programação. Pouquíssimos se salvam desta sujeira religiosa. A depravação da fé é um absurdo sem precedentes na história do cristianismo, com a comercialização sendo feita sem escrúpulos a qualquer hora do dia ou da noite, onde os produtos pirateados do inferno dominam as prateleiras da ganância religiosa. Ao invés de recomendarem a leitura “racional da Bíblia” os picaretas inventam suas teologias pífias e heréticas e querem empurrar para cima do povo a qualquer custo; fazem pacotes promocionais que só enganam os incautos já que tais descontos são apenas fantasias e estratégias de marketing; ofertas(?) com descontos nunca vistos e vai por ai afora. Para a Bíblia inventaram várias versões entre elas a “Bíblia de Batalha Espiritual e Vitória Financeira”! São absurdos descabidos para alguém que afirma ter alguma relação com o cristianismo.

O “Pastor”, o “Bispo”, o “Apóstolo”, o “Missionário”, todos fazem ginásticas psicológicas que alienam os telespectadores. Foi Jesus quem mandou tem que pagar em dia, do contrário tá no inferno aquele que negar. E pague logo porque vale à pena, é prosperidade garantida. É muito triste contemplar a cena desses lobos roubando a multidão, trapaceiros pastoreando não a alma, mas o bolso de povão, falsos profetas no meio da massa onde no comércio da fé Jesus não passa de um produto vendido à prestação.

O primeiro camarada da IIGD – Igreja Internacional da Graça de Deus – um picareta a serviço do inimigo que usa o nome artístico, Romildo Rodrigues Soares, vulgo R.R. Soares, vem com o “SHOW DA FÉ”, prá mim “SHOW DA MÁ FÉ”, nome sugestivo para programas perpetrados e idealizados pelo Diabo, não para qualquer coisa ligada à religião. A fé não dá “show” ou “espetáculo”, dá “TESTEMUNHO”, é isto mesmo meu irmão. Show é com satanás, no entanto tem muita gente embarcando nesta canoa furada pensando que está agradando a Deus. Coitados, não enxergam, por causa da miopia espiritual, que estão sendo lesados no bolso e na fé. Os homens exploradores e aproveitadores, transvestidos de “servos de Deus” aproveitando a frustração do povo, o sofrimento e a desgraça alheia inventam nomes para venderem de tudo. No “Show da Má-Fé”, um programa de qualidade duvidosa em todos os sentidos, o que se ouve é: ajude o “missionário(?)”, compre o CD, compre e leia o Livro da Prosperidade, Passe o Dinheiro ou Deposite em uma das agências do Bradesco… Mal sabem os que consomem estes produtos que apenas estão sustentado as “mordomias” dos piratas religiosos que encontraram na religião uma forma fácil de enriquecerem. Só lembrando, nenhum servo de Deus no passado participou de trapaças desta natureza ou jamais fizeram da fé um show para atrair multidões.

Gostaria muito que alguém entendido nas “Escrituras” me mostrasse na “Bíblia” onde encontramos as palavras “SHOW”, “ESPETÁCULO” e “SUCESSO”, assim eu poderei mudar os meus conceitos sobre estes artistas de picadeiro que fizeram da igreja um grande circo onde os palhaços ficam, não no palco, mas na platéia, sendo enganados e iludidos pelas falsas promessas dos donos da companhia de espetáculos. São os “SUPER HOMENS”, heróis dos desesperados que não medem esforços para alcançar o bolso do povão, e para isto vale qualquer coisa. Não são mais “Três Mosqueteiros”, mas milhares espalhados pelo Brasil afora.

Tem um segundo sujeito da IMPD – Igreja Mundial do Poder de Deus – que vive do suor, melhor, de curar usando o poder da sua sudorese. Ali a falta de higiene é total isto sem falar na falta de educação e na grosseria do camarada. O tal “Apóstolo Valdomiro Santiago” é uma vergonha, um desrespeito aos ensinos de Jesus que, aliás, é usado vergonhosamente para fundamentar as suas artes teatrais. A encenação é ridícula digna dos piores programas de humor da televisão. O mais triste é notar que a multidão gosta e até aplaude o tal Apóstolo(?) pelas suas artimanhas e pelas suas curas de dor de barriga, de dor de cabeça, dor de coluna, dor de perna… Cegueira, mudez, ressurreição de defunto, paralítico atrofiado, deficiência mental, isto nem pensar! O forte dele é orar no monte com um monte de iludidos.

Tem muito dinheiro sendo jogado fora, nas fossas da religião moderna, são milhões em dinheiro que poderiam ser racionalmente investidos na verdadeira pregação do Evangelho. A podridão religiosa exala um odor fétidico; a estrada da fé esta pavimentada pelos cadáveres evangélicos e os abutres proféticos aguardam apenas o momento para atacarem uma vez que vivem e alimentam da carniça espiritual do povo. Os “mágicos cristãos”, para mim “charlatões”, a cada dia surgem com novidade nos seus números de acrobacias religiosas na esperteza de convencer o publico de suas habilidades ilusionistas, deixando a platéia, muitas vezes espantadas, com a capacidade de suas trapaças.

Os Bispos da IURD – Universal do Reino do Edir Macedo – não poderiam ficar de fora, ali a coisa é brava, naquele terreiro o Diabo deita e rola. O “Descarrego” é o carro chefe e atrás vem “Óleo Benzido”, a “Rosa Consagrada”, o “Nó na Camisa Preta”, Copo com Água do Rio Tietê e mais uma infinidade de picaretagem para ludibriar o povo. O pior é que o povo gosta e vive de ilusões, principalmente em se tratando de fé!

Tem muito crente frouxo cedendo às artimanhas malignas destes heréticos achando tudo muito natural, pois pensam estar agindo em nome de Deus. É uma vergonha ver pessoas contribuindo com até o que não podem para sustentar as mordomias e as mentiras pregadas por estes camaradas. Mal sabem que estes pregoeiros estão sim a serviço de suas “EMPRESAS” religiosas e de seus negócios pessoais. No mercado da fé os olhos estão voltados para os empreendimentos humanos regados a mordomias e a lucros exorbitantes às custas do sofrimento e da desgraça alheia. Só não vê quem não quer!

A religião chegou ao fundo do poço apoiada, por um povo vazio na vida espiritual que acha que tudo que estão fazendo tem a aprovação de Deus. Os cristãos estão “tomando emprestado” ou se “apropriando” de práticas de outras religiões numa afinidade promíscua com o inferno e suas táticas de destruição da crença. É triste var que muitas pessoas humildes estão sendo literalmente enganadas por esta corja de “mercenários da fé” sem serem incomodados ou questionados nas suas práticas delituosas no trato com a fé e com os sentimentos da população. O sensacionalismo barato, a exposição indecorosa de vidas privadas e a falsidade estão mutilando espiritualmente as pessoas incapacitando-as de pensar o de perceberem o engano a que estão sendo submetidas.

A minha oração é para que Deus levante homens segundo o seu coração, que tenham coragem bastante para combaterem estas atrocidades cometidas contra a fé de um povo que precisa conhecer de fato o que significa servir a Deus na sua profundidade. Que o culto seja de fato racional, de sacrifício vivo, santo e “agradável” a Deus.

“Tenha cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos deste mundo, e não segundo Cristo”
Colossenses 2 : 8

OLHO VIVO disse…
MILAGRE E MILAGRES
A PICARETAGEM RELIGIOSA

O primeiro ponto a observarmos nesta questão dos milagres é em que circunstâncias eles aconteceram? Invariavelmente todos os milagres descritos nas Escrituras foram resultados de momentos na vida daqueles que foram INSTRUMENTOS para que os mesmos acontecessem, inclusive Jesus. Em momento algum se propagou ou se divulgou, como se faz hoje, que este ou aquele ia passar ou estar em tal lugar e que em estando ali haveria sinais de curas e milagres, isto está muito claro nas Escrituras. Outra coisa é quer os homens de Deus, incluindo o próprio Jesus, eram muito reservados quanto a esta prática de curas e milagres, até porque sabia-se que isto poderia se transformar, como aconteceu de fato, numa industria e numa mina de dinheiro e de ESCÂNDALOS. Os milagres nos tempos apostólicos eram realizados através de pessoas SÓBRIAS e comprometidas com o Evangelho, que viviam em função dele EVANGELHO e não de patrocinar entidade, igrejas ou agremiações. Também não era usado para desmoralizar a concorrência ou para demonstração de poder ou de superioridade. Outro fato interessante é que os milagres não se resumiam a isto ou aquilo, curava-se enfermidades, restaurava-se o físico, mas tudo dentro de critérios que de fato pudessem dar sustentação aos acontecimentos. Assim, Jesus usou o lodo para dar vista ao cego, a água para transformá-la em vinho e até um morto para ser ressuscitado. Outro fato a considerar é que jamais um demônio foi se manifestar dentro de um templo, coisa que hoje é comum daí se imaginar que há algo errado nas igrejas uma vez que até nos terreiro a sua manifestação é rara. Eu poderia ir mais longe, mas fico por aqui.

Segundo, como precederam e como se deu depois de serem consumados? Invariavelmente todos os milagres relatados nas Escrituras precederam da necessidade da manifestação real do poder de Deus para que o povo pudesse crer naquilo que ouviam. Havia todo o cuidado para que aquilo não se transformasse em um espetáculo nem tão pouco a paciente fosse exposto ao ridículo como ocorre hoje. Na realidade hoje os curandeiros vivem de mostrar as suas proezas como forma de demonstrarem abertamente quem é o mais poderoso, qual a igreja contabiliza o maior numero de prodígios, qual a igreja tem o milagre mais cabeludo e vai por aí. A linha não muda, todos sem exceção, exploram com irracionalidade a boa fé do povo. Outra coisa é que os favorecidos por um milagre tinham a recomendação expressa de não fazerem qualquer propaganda daquilo que haviam recebido como graça de Deus. Mas o que se vê hoje é uma indústria de propagandas imoral que visa exclusivamente atrair o povo para ser extorquido dentro das igrejas. A questão fundamental que é a salvação da alma e a conscientização da condição de pecador foi abolida destas igrejas, se é que podemos classificá-las como tal, dando espaço para uma espiritualidade triunfalista baseada na irracionalidade de se procurar Deus pelo que ele pode oferecer e não pelo que ele é.

Creio em milagres sim, e sou um deles. Há tempos atrás, caí do telhado da igreja numa altura aproximada de 5,0 metros e para a medicina convencional eu seria parte das estatísticas, mas Deus não permitiu isto e depois de alguns dias ele me levantou do leito hospitalar, fato que deixou os médicos e os que me acompanhavam perplexos. Recentemente estive em um leito hospitalar, com septicemia, desenganado pela medicina aguardando somente o momento de partir, no entanto Deus agiu em meu favor e hoje estou aqui contrariando TODAS as previsões da medicina. Nem por isto eu fui para a minha igreja fazer propaganda do que ocorreu e mesmo assim a sociedade não deixou de saber que eu creio em um Deus que tudo pode.

O que há de fato é uma CONCORRÊNCIA IMORAL E IRRACINAL entre os que vivem desta prática absurda na intenção clara e declarada de promoverem o crescimento de seus grupos religiosos através da exploração da indústria dos milagres. Isto fica ainda mais evidente quando nos programas televisivos o tempo todo é gasto com propagandas de milagres e curas mal explicadas. Nenhum dos seguidores desta doutrina sequer mencionam o céu como objetivo do ser humano, pecado nem pensar o que evidencia que a salvação se resume a ser curado de uma doença qualquer e pronto.

Não encontramos na Bíblia ninguém gritando, dando ordem para Deus, ou fazendo milagres por atacado. Também não encontramos nenhum relato de servos de Deus afirmando que fez ou faz qualquer coisa, os fatos aconteciam naturalmente sem estardalhaço e sem propaganda.

Milagres hão de ser conseqüência e não objetivo na vida espiritual. Antes de qualquer coisa há de se preocupar com a alma e não com o físico, até porque este corpo vai para a sepultura e não para o céu.
Carlos Roberto Martins de Souza
crms1casa@hotmail.com
leu leutraix assina embaixo

seal[1]Alexandre Mansur e Luciana Vicária

SUPERSTIÇÃO Oliveira participa de sessões
de descarrego quase toda semana. ‘A reza da
Universal é mais forte’, diz
Ainda que impressionem à primeira vista, os transes testemunhados nos templos e nas TVs da Igreja Universal recorrem a truques conhecidos. A começar por uma mensagem sedutora: o pastor diz que o fiel é uma boa pessoa e todo o mal que ele faz ou sofre é causado por um espírito maligno. Quem vive dramas insuperáveis se entrega facilmente à fantasia.

‘As pessoas são sugestionadas pela voz autoritária do pastor até atingirem uma espécie de estado hipnótico’, diz a psicóloga paulista Denise Ramos. A repetição das orações em voz alta, de olhos fechados, conhecida pela medicina como respiração holotrópica, produz um fenômeno de superoxigenação no cérebro. O resultado é um rebaixamento dos níveis de consciência. Quem está no meio de um agrupamento tomado pela euforia tende a se deixar contaminar pela emoção. Há um mecanismo do sistema límbico do cérebro, o mais básico da área nervosa, que induz a pessoa a se comportar segundo as atitudes da multidão que a cerca. ‘É por isso que choramos em comícios ao ouvir o Hino Nacional’, compara Denise Ramos.

A gritaria dos milhares de fiéis que participam das sessões de descarrego contagia quem está lá carregando conflitos psicológicos. ‘O povão não tem acesso à psicanálise. As pessoas procuram esses cultos populares para aplacar seu inferno interior’, diz o pastor Mozart Noronha, da Igreja Luterana do Brasil. Pastores e seus auxiliares, chamados de obreiros, aprendem a induzir o transe. ‘Quando a pessoa está tonta, fica mais aberta para manifestar os demônios’, diz a obreira Aparecida Santos, ex-fiel da Igreja Universal, atualmente na Igreja Internacional da Graça de Deus. Ela ä costuma pôr a mão na cabeça dos fiéis e fazê-la rodar. Outro recurso que funciona é tocar músicas altas no teclado, com acordes bem tenebrosos. ‘Porque o demônio não gosta de silêncio’, explica a obreira. Aparecida aprendeu as técnicas do exorcismo na Universal, onde passou cinco anos como auxiliar de pastores. Está convencida de que as cenas na igreja são manifestações reais de entidades do mal. ‘O diabo está lá mesmo’, afirma. Só discorda dos métodos de sua ex-igreja. ‘A Universal expõe muito a privacidade da pessoa.’ Nos cultos dos quais participa hoje, Aparecida identifica quem está possesso e o encaminha a um canto da igreja.

A Igreja Católica vê as aparições de diabos e semelhantes nos cultos neopentecostais como fraude grosseira. ‘É como se fosse um show em que os pastores exibem o diabo subjugado como se fosse um animal na jaula’, diz o padre Cleodon de Lima, de 36 anos. ‘Se a intenção fosse curar a pessoa, não precisaria mantê-la tanto tempo diante da platéia, sendo ridicularizada.’ Até o século XIX, crises histéricas ou casos de dupla personalidade eram interpretados por padres católicos como possessões demoníacas. Com o avanço da ciência, varreu-se o obscurantismo. Na década de 60, o Concílio Vaticano II decretou que apenas alguns sacerdotes, nomeados pela Igreja, poderiam expulsar demônios. Para regulamentar os rituais quase clandestinos, o papa lançou em 2000 um manual oficial de exorcismo. Fez questão de destacar que casos suspeitos devem ser encaminhados primeiro a um psiquiatra.
O MISSIONÁRIO Presente em quatro canais da
TVaberta, R.R. Soares evitamostrar exorcismos.
Seus programas sãomaisleves, com pregações
e depoimentos

As igrejas evangélicas tradicionais se constrangem com o espetáculo das neopentecostais. ‘A mesma cultura do medo que enche os filmes de terror no cinema também funciona para lotar as igrejas’, compara o pastor luterano Mozart. Os religiosos criticam a obsessão da Universal pelos atos do demônio e a acusam de deixar Deus em segundo plano. ‘A Bíblia diz que Jesus até expulsou alguns demônios, mas nunca fez disso seu ministério’, afirma o pastor Israel Belo de Azevedo, reitor do Seminário Teológico Batista. Muitos evangélicos tampouco acreditam que a presença satânica seja corriqueira como prega a Universal. ‘O diabo não fica roubando o marido de umas pessoas ou o emprego de outras’, ironiza o pastor Ariovaldo Ramos, da Associação Evangélica Brasileira. Boa parte dos freqüentadores da Universal já recorreu a tendas de umbanda ou centros espíritas, onde conheceu o mundo dos transes e das incorporações. Curiosamente, a Universal buscou inspiração nas religiões afro-brasileiras para apimentar seus cultos. Edir Macedo, que foi umbandista, adaptou os rituais do terreiro. Os gestos no descarrego copiam a coreografia dos incorporados em tendas. Os demônios que os pastores combatem e exorcizam confundem-se com as entidades da umbanda, como Zé Pelintra, Pomba-Gira ou Tranca-Ruas. Os objetos mágicos oferecidos também foram retirados dos terreiros (leia o quadro na pág. 74). Arruda com sal grosso são usados para espantar mau-olhado. Alguns pastores adotam o branco, reproduzindo a vestimenta dos pais-de-santo. ‘São elementos estranhos ao cristianismo’, diz o pesquisador Leonildo Campos, da Universidade Metodista de São Paulo. ‘A Universal se aproximou tanto da umbanda que precisa mover uma cruzada contra as religiões afro-brasileiras para se diferenciar’, afirma. Mesmo para quem freqüenta os terreiros, a apropriação é esdrúxula. ‘Em vez de afastar os demônios, a encenação acaba atraindo-os’, acredita a terapeuta holística Joelma Rodrigues, de 33 anos, que até os 12 era fiel da Assembléia de Deus e hoje é umbandista.
O teatro da possessão demoníaca é eficiente também porque é divertido. O paulistano Eduardo Oliveira, de 28 anos, tornou-se figura conhecida no palco da Catedral da Fé, megatemplo da Igreja Universal. Incorpora encostos e demônios quase toda semana. ‘Não tenho culpa, sou mais sensível que os outros e me entrego com mais facilidade’, explica. Oliveira foi batizado na Igreja Católica. Há pouco mais de um ano, abalado pela perda do emprego e pelo fim de um antigo namoro, foi atraído por um programa de TV da Igreja Universal. ‘Já experimentei outras ä igrejas, mas, em matéria de libertação, não existe melhor que a Universal: a reza é forte e específica.’ Oliveira fecha os olhos, une e aperta as mãos contra o peito. Começa a rezar em voz alta. Um obreiro atento aos fiéis mais exaltados se aproxima. ‘Eu ordeno, se manifeste’, diz o obreiro, fazendo movimentos circulares com a cabeça do fiel. Oliveira se joga no chão e começa a se debater. ‘Minha perna fica bamba, meus braços amolecem, quando dou por mim estou no altar’, diz.

Na guerra aos encostos, os pastores da Universal pegam carona no trabalho catequizador da própria Igreja Católica brasileira, que durante séculos trabalhou para associar as religiões africanas trazidas pelos escravos a práticas abomináveis de magia negra. Agora isso está enraizado no imaginário popular nacional, que tem uma relação ambígua com essas tradições africanas. Ao apelar para essa velha briga, Edir Macedo retoma a retórica dos anos 70, quando fundou sua igreja. É um reposicionamento do líder neopentecostal desde a malsucedida empreitada contra os católicos, na década de 90. Quando o bispo Sérgio Von Helde, da Universal, chutou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, em 1995, as críticas vieram dos próprios fiéis de Macedo. Afinal, 70% deles convivem bem com o catolicismo, segundo uma pesquisa do Iser. O mesmo estudo mostra que 90% dos pentecostais associam as religiões afro-brasileiras ao demônio. ‘Vemos um exército evangélico atacando de forma sistemática comunidades afro-brasileiras, que nem têm como se defender’, aponta a pesquisadora Mariza Soares, da Universidade Federal Fluminense.

EXPOSIÇÃO Os fiéis não podem ser
ridicularizados, diz o padre Cleodon,
ex-evangélico

O apelo do demônio é forte porque atende a uma grande camada da população que vive imersa em superstições. O neopentecostalismo se desenvolve nos extratos mais pobres da população. Pesquisas revelam que um terço dos fiéis sobrevive com menos de dois salários mínimos, 68% não passaram do ensino fundamental e um em cada dez é analfabeto. Em geral, acreditam em magia negra e forças ocultas. ‘O povo acha que o demônio está por aí, agindo através dos incautos’, diz a antropóloga Regina Novaes, do Iser.

Jogar a culpa por tudo que há de errado no demônio é uma solução confortável para quem busca alívio nos cultos. As conseqüências podem ser perigosas. ‘A pessoa sai da igreja acreditando que não tem responsabilidade moral pelos erros que comete’, diz o pastor evangélico Ariovaldo Ramos. O crente também fica convencido de que possui uma personalidade frágil e influenciável. ‘Ele está pronto para ser manipulado por qualquer líder espiritual que se apresente como solução. Escapa dos vícios para virar escravo desses pregadores’, acusa.

O TEATRO DA POSSESSÃO
Como os pastores empregam técnicas e truques para induzir o fiel a entrar em transe nas sessões de exorcismo

TRILHA SONORA
O tecladista executa melodias leves nos momentos de alusão a bênçãos divinas. Mas, quando o pastor menciona as ações do demônio e de espíritos malignos, ouve-se uma sucessão de acordes pesados, que lembram filmes de terror

ILUMINAÇÃO
Em alguns cultos realizados à noite, os pastores apagam as luzes principais da igreja. Envoltos na penumbra, os fiéis ficam mais sugestionáveis. Os pastores também pedem às pessoas que fechem os olhos

ROTEIRO
Para evocar os demônios, os pastores fazem orações repetitivas. A mente humana tende a aceitar como verdadeiras as frases proferidas sucessivamente, em tom de autoridade e num ambiente emocional

COREOGRAFIA
Os obreiros apertam e balançam a cabeça ou o corpo do fiel em movimentos circulares. A tontura e a falta de apoio no chão são fatores que induzem o transe

FIGURAÇÃO
O burburinho das pessoas rezando e gritando rebaixa os níveis de consciência de fiéis suscetíveis. Quem está no meio de uma multidão é influenciado pelas emoções dos indivíduos ao redor

ADEREÇOS
As igrejas usam símbolos que tocam as emoções dos fiéis. Os pastores incentivam-nos a trazer objetos de valor emotivo como fotografias de parentes, currículos impressos e carteira de trabalho para ser abençoados

SONOPLASTIA
Em algumas igrejas, junto com a música, são reproduzidas gravações de gritos e sons de assombração. Esses ruídos estimulam o inconsciente das pessoas em transe a considerar real aquela manifestação
Objetos mágicos que embalam as ’sessões de descarrego’

Para apimentar os cultos de exorcismo, os pastores da Universal distribuem objetos com supostos poderes. Para consegui-los, o fiel vai ao altar e promete fazer ofertas generosas.
PEDRAS Não é só com reza que se atacam encostos. Os fiéis recebem pedras para jogar em Golias, boneco gigante que ocupa o altar da Catedral da Fé, em São Paulo
LIMPEZA Sabonete de arruda é a promessa do pastor para livrar o corpo de impurezas. O suvenir é distribuído no ritual de descarrego
ÓLEO O frasco com azeite bento é agitado para afastar ‘maus-olhados’
PROTEÇÃO O sal, que vem em pratos plásticos, é usado para ‘purificar’ o local de trabalho e o lar
DÍZIMO Fiéis pegam o envelope vazio e têm de devolvê-lo cheio na semana seguinte. Exigem-se pelo menos R$ 30 por mês
Alexandre Mansur e Luciana Vicária

Como a psicanálise e a antropologia desvendaram os mecanismos que alimentam as possessões

Transes religiosos são registrados desde a Grécia antiga, quando sacerdotisas diziam receber espíritos em rituais inspirados por música e vinho. Mas essas manifestações só começaram a ser desvendadas pela ciência no fim do século XIX, com o surgimento dos primeiros estudos em psicologia. Em 1862, o neurologista francês Jean-Martin Charcot (1825-1893) instalou-se no Hospital Salpêtrière, em Paris, convencido de que as visões de espíritos vivenciadas por alguns pacientes eram causadas por males do sistema nervoso. Para tratá-los, aperfeiçoou a técnica de induzir a pessoa ao estado de transe por meio de hipnose. Os recursos empregados, baseados na repetição de luzes ou sons, desmontaram a aura sobrenatural que cercava as possessões. Um de seus alunos, Sigmund Freud, também se interessou pela hipnose. Mas foi o suíço Carl Jung quem se dedicou a teorizar de onde vêm os ‘maus espíritos’ que atormentam as pessoas. Segundo ele, essas figuras aterrorizantes são imagens gravadas coletivamente na mente humana. Batizados de arquétipos, acompanham a humanidade há milhares de anos. ‘O diabo, que os fiéis da Universal acreditam incorporar, é uma dessas imagens e representa forças destrutivas dentro da própria pessoa’, diz a psicanalista Aurea Roitman. ‘Já o chifre e o rabo são adereços acrescentados pelo imaginário cristão.’

Enquanto os fundadores da psicologia descreveram como se induz um transe, foram os antropólogos que teorizaram sobre a função das possessões e dos exorcismos. Os missionários religiosos e médicos que viajaram para a África ou investigaram territórios dominados pelos índios nas Américas ficaram fascinados pelas cerimônias dirigidas para que alguns participantes recebessem os espíritos. A partir dessas narrativas, o filósofo francês Emile Durkheim (1858-1917), um dos fundadores da sociologia, foi um dos primeiros a teorizar sobre a função dos transes. Analisou em 1912 o papel do descarrego primitivo para garantir a unidade da tribo. ‘Os exorcismos têm a função de provar a existência de um agente sobrenatural capaz de punir os delinqüentes, por mais poderosos que sejam’, explica o antropólogo Scott Atran, da Universidade de Michigan.
leu leutraix

seal[1] matéria retirada do ar,eu o leu leutraix me retratei dessa matéria.

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