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O encontro de Ingrid Betancourt com o presidente colombiano Álvaro Uribe
Depois de analisar todo o material veiculado pela imprensa brasileira, sites e blogs, chego a uma conclusão a respeito da espetacular ação de inteligência militar da Colômbia que resgatou Ingrid Betancourt das garras dos terroristas das FARC: que bom seria se todos os países latino-americanos fossem governados por presidentes como o colombiano Álvaro Uribe.
O governo petralha (brasileiro) emitiu uma nota ridícula, não conseguindo esconder sua decepção com mais esta vitória da democracia, fato que envergonha os cidadãos brasileiros decentes e democratas.
No post abaixo, o nosso Sponholz retrata numa charge as evidentes repercussões políticas na América Latina que resultaram da ação libertadora colombiana, as quais se traduzem num salutar enfraquecimento da idiotia comuno-bolivariana e de seus líderes, incluindo aí, como não poderia deixar de ser, o presidente brasileiro.
Oxalá o continente latino-americano, em face deste auspicioso evento, acorde dessa orgia comunistóide que tem isolado a região do mundo desenvolvido, especialmente dos Estados Unidos e dos principais países europeus.
O isolamento a que me refiro significa, em termos econômicos, é perder oportunidades de alinhar-se com parceiros detentores dos melhores e maiores projetos científicos e tecnológicos do planeta; e, no plano institucional, afastar-se dessas nações que acumulam apreciável experiência na manutenção da lei e da ordem sob o signo da liberdade, esta garantida por sólidos fundamentos democráticos.
Em outras ocasiões já afirmei que o sistema capitalista é irreversível e, malgrado suas imperfeições, até porque é obra humana, depende da democracia e da liberdade não só econômica, mas fundamentalmente, da liberdade política, algo que é sonegado por regimes de viés esquerdizante.
É isto também que deverá acontecer em futuro imediato em Cuba, na Coréia do Norte e, sobretudo na China, nações estas submetidas à tirania de regimes ditos salvacionistas, mas que na verdade tomaram de assalto os respectivos Estados em proveito exclusivo de seus mentores.
Aliás, isso ficou muito evidente com a queda da ex-URSS, tanto é que os cidadãos que foram libertados do jugo comuno-fascista nem querem mais ouvir falar em socialismo.
Portanto, a ação das forças de segurança da Colômbia ao libertar Ingrid Betancourt e demais reféns que estavam em poder dos terroristas das FARC representa um golpe mortal não só contra o narco-terrorismo, mas em grande medida lança uma ducha de água fria sobre a desastrosa aventura comuno-populista posta em marcha por meia dúzia de tiranetes botocudos.
A bem sucedida campanha libertária da Colômbia ainda tem um salutar efeito, qual seja o de trazer para o seio da opinião pública um debate essencialmente político que faz com que os cidadãos reflitam sobre um fato: a melhor solução para o desenvolvimento, a segurança e o bem-estar coletivos continua sendo o regime democrático e a execração de todo o tipo de violência e terrorismo, sejam quais forem seu matiz ideológico.
Foto do site do Estadão
Postado por Aluizio Amorim
um grande abraço ao meu amigo jornalista aluizio amorim de florianópolis sc por ceder essa brilhante matéria
Sponholz, perfeito! O resto é mau humor petralha.